VMWARE Grátis ?

De acordo com o novo CEO, Paul Maritz, vamos ter uma nova versão do ESX da VMware chamado de ESXi, gratuitamente.

O mesmo também será integrado ao boot de diversos hardware de servidores, ou seja, você compra um novo servidor DELL, IBM, HP e já tem o ESXi, você da boot pelo mesmo e configura, pronto, sua máquina passa para a produção ?

A promessa é boa, a solução parece ser simples e fácil, vamos aguardar até dia 29 de julho quando poderemos fazer downloads e testar a ferramenta, só espero que melhore um pouco a compatibilidade com hardware X86 para competir com o XEN neste aspecto.

Maiores detalhes veja abaixo.

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TI precisa provar a necessidade de investimentos em recuperação de desastres

Pessoal segue uma notícia que achei interessante e está relacionada ao meu TCC.

http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2008/05/02/forrester-setor-de-ti-precisa-provar-a-necessidade-de-investimentos-em-recuperacao-de-desastres/

Forrester: setor de TI precisa provar a necessidade de investimentos em recuperação de desastres

De acordo com o instituto, os gerentes de TI precisam fazer um trabalho melhor na hora de convencer os diretores à adotar planos de DR.

Por Computerworld, EUA

02 de maio de 2008 – 16h25

O fato de várias organizações terem passado por desastres não é o suficiente para levar empresas a adotar planos de recuperação de desastres (DR, da sigla em inglês).

De acordo com a analista da Forrester Stephanie Balarous, os gerentes de TI precisam trabalhar para convencer o time executivo que o plano de recuperação de desastres não é só um seguro, mas pode aumentar a eficiencia operacional ao proteger os sistemas contra falhas potenciais.

A Forrester entrevistou 250 profissionais de disaster recovery para descobrir que, em um período de cinco anos, 27% das companhias foram forçadas a revelar pelo menos um incidente que pediria a ativação de um plano DR.

“A TI sabe que os sistemas são vulneráveis e isso mantém os profissionais acordados à noite. Eles querem fazer algo, mas conseguir financiamento para tanto é difícil pois não tem modelos de resultados como ROI ou TCO”, disse Balarous.

Ela sugere que as empresas passem a ver planos de DR como um upgrade constante na infra-estrutura existente, em vez de um evento único que pode ser adiado.

Ao pensar que desastres são apenas terremotos ou furacões, diz a analista, as empresas assumem riscos desnecessários. A pesquisa da Forrester aponta que o problema mais comum que gerou incidentes não teve causas naturais. A queda de energia foi apontada por 42% dos entrevistados como causa comum para lançar plano de DR, seguido por falhas de hardware (32%) e falhas na rede (21%).

AMANDA – Backup Solution

Pessoal inicio hoje uma pesquisa sobre o Amanda, calma não é uma nova amiga e muito menos namorada, trata-se do The Advanced Maryland Automatic Network Disk Archiver uma solução em open source.

Estarei tratando de uma estratégia do mesmo como:

  • Server (linux)
  • Client to Server (windows to linux) (linux to linux)
  • Mapeamento de Diretório (windows to linux) (linux to linux)
  • Ferramentas Gráficas (GUI, web)
  • Comandos via Shell (scripts)
  • Tipos de Backup
  • Tipos de Mídia Suportados
  • Softwares de Terceiros (webmin-amanda, etc)

Se lhe interessa, deixe seu post, vamos conversando!

Abraços a todos !

Virtualização como Estratégia para Recuperação de Desastres

Já deixo claro: Devo aos Senhores a definição de BCP e DRP, mas antes disso preciso publicar este artigo.

Senhores iniciei uma pesquisa: Virtualização como Estratégia para Recuperação de Desastres.

Estarei pesquisando, papers, monografias, cases, enfim assuntos focados na virtualização como estratégias de DR (Disaster Recovery).

A pesquisa terá o propósito de apresentar o meu trabalho de conclusão de curso na FIT neste ano.

Sugestões serão bem vindas e aceitas!

“Ovo” da Sony dará aulas de dança

SONY ROLLY

Antes de ler este post, veja o vídeo para entender o post.

A Sony criou um gadget muito interessante um robô com formato de um “ovo” (mp3 player) que interage com música.

O Sony Rolly é um player de áudio com 1GB de memória, um robozinho semi-autônomo e uma caixa de som wireless via Bluetooth. A autonomia é de 5h para uso com o uso como player interno, ou 4h30min para streaming via Bluetooth.

Visite o site do Sony ROLLY e leia o press release no site da Sony Japan (sites traduzidos).

No vídeo acima o mesmo “ensina” a dançar, agora só espero que no Brasil não lancem o Rolly com música tema um funk estilo “créu”.