ISO 22301 X BS 25999-2 – Infográfico comparativo

Excelente infográfico publicado com o comparativo das normas: ISO 22301 X BS 25999-2.

Créditos ao autor na própria imagem.

Imagem

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PCN, CGN, PGN, BCP, tempos, times, definições, definition

Estamos em março de 2011 e não me recordava qual foi o último post que fiz.

Estou preparando um novo artigo falando sobre BCP e seus Tempos. RTOs, MTPDs, RPOs e o tal do “primo” WRT*.

Aguardem novidades.

WTR

Para adotar contingência, não é preciso esperar o caos …

Sexta-Feira, pude ler um excelente post da jornalista Jordana Viotto, falando sobre contingência.

Parecia “piada pronta” como diria José Simão, mas observem abaixo a imagem, na primeira parte o RSS divulgando a noticia, na segunda o servidor sem contingência.

 

piada_jornada

Brincadeiras a parte, abaixo o post, publicado em:

http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=52747

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Virtualization strategies for disaster recovery?

Post em Português: Clique aqui!


I invite all of you to discuss the following subject.

The virtualization of IT environments today is the main subject in a great range of companies around the world.
This is one of the most quoted IT solution for a great range of companies, more specifically for their 2009 budget.
Regardless of the reason for the investment of virtual environments, nowadays  some companies are utilizing virtualization in their alternative sites, therefore the strategies of DRP (Disaster Recovery Plan) are changing. Based on these facts,  lets open a discussion group about the following question:

How are virtual environments being utilized as strategies for disaster recovery and/or BCP?

DISCUSSÃO: Ambientes Virtualizados e Recuperação de Desastres

Convido a todos para discutir o assunto.

A virtualização de Ambientes de TI hoje é assunto em diversas empresas em todo mundo. É um dos itens cotados para orçamento de TI de diversas empresas para 2009. Seja qual for a justificativa de investimento dos ambientes virtualizados, atualmente algumas empresas estão utilizando virtualização no seu site alternativo, conseqüentemente as estratégias de DRP (Disaster Recovery Plan) estão mudando. Com base na afirmação, coloco abaixo uma questão para discutirmos:

Como os ambientes virtualizados estão sendo utilizados como estratégia para recuperação de desastres?

Leituras Recomendas – DR / Virtualização

MODELOS DE PLANO DE RECUPERAÇÃO DE DESASTRES E RECEITAS DE BOLO

Não sabe o que é um Plano de Recuperação de Desastres? Clique aqui e descubra!

Desde o primeiro post aqui no blog focado em continuidade de negócios, notei que muitos chegam até o blog através de motores de busca, com pesquisas: Modelo de Plano de Continuidade de Negócios, Modelo de Plano de Recuperação de Desastres e etc.

Claro qualquer pessoa que não conheça determinado assunto, certamente começa a sua pesquisa por modelos, Cheat Sheet e/ou derivados, buscando assim entender e visualizar de forma rápida o assunto desejado.

O que ninguém imagina é que um Plano de Recuperação de Desastres é algo tão particular para cada empresa, para cada cenário que não temos modelo.

Você deve estar se perguntando: Mas não existe modelo?

Voltemos à infância, onde tive a oportunidade de ver minha mãe uma excelente cozinheira com influência da cozinha italiana e espanhola fazendo semanalmente o famoso: bolo de bolo, na realidade é um bolo simples, feito de farinha de trigo, açúcar, fermento sem cobertura ou recheio, somente o bolo de bolo, este bolo com receita já decorada por minha mãe, nem precisava de uma consulta em seus cadernos de receitas. Diferente deste bolo de bolo, não demorava muito para termos festa, seja um aniversário, para termos bolo gelado, floresta negra, ou até mesmo em época de colheita de bananas um delicioso bolo de banana com canela e uva passas; estes diferentes do “bolo de bolo” sempre observava minha mãe consultando os seus cadernos de receita, cheio de recortes e alguns até mesmo um pouco amarelados com o tempo, e o mais interessante, toda às vezes, os bolos saiam com a mesma “cara” e o mesmo sabor, garantindo que seu caderno de receita funciona e que se ela quisesse poderia até vender a receita para terceiros, que neste caso era trocada por outras receitas (observe cozinheiros trocando receita  no dia a dia).

E o modelo de PRD ? O que tem a ver com o bolo?

O Bolo é para lembrar da minha família no interior de SP, e fazer uma propaganda da cozinha de minha mãe, e afirmar: PRD não tem modelo, cada caso é um caso, cada cenário é um cenário, cada ambiente é um ambiente.

Você pode até tentar comprar modelos de planos de continuidade dos negócios (http://www.e-janco.com/drp.htm) mas certamente ele não estará 100% alinhado com teu negócio, imagine: Você tem uma receita onde você pode começar algo parecido entre os planos (temos farinha de trigo na grande maioria dos bolos), mas quando você observar atentamente o seu negócio vai perceber que cada PRD tem diferentes “coberturas e sabores” para cada cenário e ambientes diferente.

Nunca comprei ou até mesmo vi esses Kit’s Plano, mas vai o velho ditado: “quando a esmola é demais o santo desconfia” portando desconfie, cuidado com os modelos procurados na web, ou irá acabar aprendendo conceitos errados sobre o assunto.

Um projeto de continuidade de negócios é algo para ser implementado gradativamente, com resultados a curto, médio e longo prazo, algo que é bem diferente de ir até a padaria do português e pedir um pedaço de bolo de chocolate. Pois consultoria não é Pastelaria, onde se pede um pastel e se tem o mesmo pronto em dois minutos, neste caso, consultoria não é confeitaria!

Boa implementação do SGCN (Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios), até a próxima.